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E falta menos de 5 meses para o tão esperado Lover Fest, a nova tour da Taylor Swift e nos do TSNBR já estamos nos preparando para os shows que irão acontecer. Teremos 51 representantes em todos os shows, isso quer dizer em cada show teremos entre 2 ou 4 representantes para trazer todas as novidades para você, fã de verdade da Taylor! Além disso, lancaremos surpresas e contaremos com sua ajuda.

A cantora anunciou em duas redes sociais, o lançamento do clipe The Man.

O clipe promete abalar as estruturas. Estamos super anciosas.

Intitulado “Miss Americana” o documentário lançado na última sexta feira dia 31 de janeiro, surpreendeu muita gente, que não sabia oque se passava com a Taylor Swift! Um filme sem dúvidas maravilhoso, em que pudemos ver ela nos momentos mais difíceis e nos de alegria, foi de encher os olhos. Para a crítica especializada o documentário deu um show e só tem nota boa no quesito avaliativo! Já na Netflix a audiência é incrível e já é considerado um sucesso no mundo todo, tendo desbancado muitos filmes e séries de sucesso, só podia ser a Taylor né gente rs.

O primeiro grande projeto de Taylor Swift para 2020? Lover Fest, sua turnê estilo festival auto-produzida, marcada para começar em junho (Messina Touring promoverá). Quatorze datas foram anunciadas, e a lineup dos artistas ainda está em andamento. “Eu não participo de festivais há anos – desde que eu era adolescente”, diz Swift. “Isso é algo que os fãs não esperam de mim, e é por isso que queria fazer.”

O Lover Fest é uma nova reviravolta na estratégia de turnês de Swift. Enquanto a reputation stadium tour de 2018 foi a turnê norte-americana com maior bilheteria de todos os tempos – $266 milhões em 38 shows nos Estados Unidos, de acordo com a Billboard Boxscore – Swift anunciou apenas 4 datas da Lover Fest nos Estados Unidos. Mas se ela está deixando milhões em potencial na mesa, ela também mantém o interesse dos fãs alto, desviando-se de uma fórmula.

“Pessoas querem novas experiências – para se conectar aos seus artistas favoritos de novas maneiras,” diz Dan Berkowitz, fundador e CEO da CID Entertainment, cuja empresa coproduzirá o evento ‘Crash My Playa’ de Luke Bryan no México em janeiro. “Qualquer artista tocando nos mesmos 40 lugares em toda turnê, se tornará chato para os fãs, mesmo que o show mude.”

O Lover Fest é o mais recente, de um número crescente de festivais, com curadoria de artistas, que vão do ‘Posty Fest’ de Post Malone até ‘Astroworld’ de Travis Scott e ‘Camp Flog Gnaw’ de Tyler, the Creator. “Os fãs estão dispostos a viajar para comparecer em eventos que sejam uma extensão da personalidade e da música de um artista”, diz Berkowitz. Lover Fest se baseará neste modelo, tocando em locais maiores (como o SoFi Stadium com capacidade de 70.000 em Los Angeles e o Gillette Stadium com 65.000 de capacidade fora de Boston) e em mais lugares, em vez de existir como um evento único.

Mas Swift sempre priorizou toques pessoais, não importa o tamanho do show, os convidados surpresa, a cantar músicas antigas de surpresa para os fãs. Os atos de abertura, os visuais prontos para o Instagram e a atenção geral aos detalhes comuns a outros festivais organizados por artistas também presentes no Lover Fest. “Quero me desafiar com coisas novas e ao mesmo tempo dar aos meus fãs algo que eles possam se conectar,” diz Swift. Com a Lover Fest, parece que ela será capaz de fazer ambas coisas.

Matéria publicada pela Billboard

Tradução: Taylor Swift News Brasil

Neste momento, no próximo ano, Taylor Swift pode soar um pouco diferente.

Se você está acompanhando o vai e vem entre Swift e os agora proprietários de seus seis primeiros álbuns (para quem voltaremos), você saberá duas coisas com certeza: ela não está feliz por não possuir os direitos registrados (masters) desses álbuns; e em novembro de 2020, ela terá permissão contratual de regravar seus maiores sucessos – algo que ela parece determinada a fazer.

Por uma questão de clareza, vale a pena recapitular rapidamente essa situação, focando no contexto da indústria que, sem dúvida, é deixado de fora da narrativa:

  • Nos últimos anos, começaram rumores de que a gravadora indie de Nashville, Big Machine Label Group, estaria à venda no círculo de negócios da música, com o Universal Music Group sendo o comprador mais provável. No entanto, em 30 de junho, foi anunciado que a Ithaca Holdings, liderada pelo gerente de Justin Bieber, Scooter Braun, e apoiada pela gigante de private equity (empresa de capital privado) Carlyle Group, havia de fato adquirido a Big Machine por cerca de US $ 300 milhões. A Universal, ao que parecia, havia sido contratada pelo gerente de alguns de seus maiores artistas;
  • Essa notícia veio sete meses depois que Swift esnobou a Big Machine ao recusar um novo contrato de gravação com a empresa. Em vez disso, ela assinou um contrato direto com o Universal Music Group (e a Republic Records) para seu material futuro, incluindo o álbum que agora conhecemos como Lover. Fundamentalmente, a UMG permitiu a Swift ter os direitos de suas futuras músicas – algo que não fazia parte de seu contrato anterior com a Big Machine;
  • Desde a compra da Big Machine pela Ithaca neste verão, Swift criticou publicamente Braun e o homem que a contratou aos 15 anos de idade para a Big Machine, Scott Borchetta. Os dois lados não concordam muito, mas parece haver algum consenso, pelo menos, em um único detalhe importante. Swift admite que Big Machine deu a ela a oportunidade de adquirir seus direitos, mas com uma condição – que ela assinasse um novo contrato com a BM (ou seja, recusar seu contrato com a Universal), que a faria “ganhar um álbum de volta para cada um que entregasse”.

Essa narrativa ajuda a entender as possíveis motivações (e agravações) lideradas pelos negócios de cada parte. A regravação rápida de seus hits criaria claramente outro ponto de discussão – mas parece provável que isso aconteça.

Em agosto, Swift indicou à CBS News que ela pretende regravar alguns, se não todos, seus LPs da Big Machine. “É algo que estou realmente empolgada em fazer, porque meu contrato diz que a partir de novembro de 2020 eu posso gravar álbuns de um a cinco novamente”, disse ela. Em um tweet de 14 de novembro, Swift reafirmou seu plano. Ela alegou que regravar seus sucessos no próximo ano era algo que “tenho permissão legal para fazer e estou ansiosa por isso”.

Aqui, três pessoas que trabalham no ramo da música e tem experiência pessoal como artistas que regravaram músicas dão sua opinião – e oferecem conselhos diretos a Swift.

Glenn Tilbrook, vocalista e co-compositor, Squeeze

Depois de ser formado no final dos anos 70, o grupo britânico Squeeze gravou uma série de hits, incluindo “Cool for Cats” e “Up the Junction”, alcançaram a segunda posição no Reino Unido em 1979. O maior sucesso do Squeeze nos charts dos EUA veio com o ‘Hourglass’ (1987), que chegou ao número 15 na Billboard Hot 100. Os oito primeiros álbuns da banda foram todos assinados com a A&M e, como resultado, pertencem ao Universal Music Group hoje.

Em 2010, Squeeze regravou uma série de sucessos no álbum ‘Spot the Difference’. O plano, segundo Glenn Tilbrook, foi motivado financeiramente. Geralmente, quando as músicas do Squeeze são “sincronizadas” com filmes, programas de TV ou anúncios, ele diz, o agente da publicidade paga a remuneração à Universal, que paga uma parte desse dinheiro ao Squeeze com base no histórico do contrato.

“Foi um pontapé econômico”, diz Tilbrook. “Nosso argumento era que [as empresas de mídia com intenção de sincronizar os hits do Squeeze] poderiam nos pagar metade do que pagavam à Universal – elas seriam mais baratas, mas nós receberíamos o dinheiro. Todo mundo ganha.

Ele acrescenta: “Sabíamos que não conseguiríamos as músicas mestre da Universal. Pensamos, então, que poderíamos criar reproduções fiéis de algumas das nossas músicas mais populares e oferecê-las como alternativa.

No entanto, Tilbrook disse: “10 anos depois, elas não tiveram nenhum reconhecimento.” Também pode-se observar que, ao procurar por Squeeze em serviços como o Spotify, as músicas regravadas não estão destacadas – você só as encontra se cavar a discografia da banda. Tilbrook acredita que a falta de sincronização e streaming de Spot the Difference seja devido ao poder de uma grande gravadora como a Universal, para garantir que suas próprias gravações sejam priorizadas?

“Absolutamente”, ele responde. “Eles, sem dúvidas, têm poder e claro que eles o usam de todas as maneiras possíveis para manter sua posição no mercado – é disso que se tratam os negócios”.

Ele acrescenta: “Meu conselho para Taylor Swift é: É necessário muito tempo, dinheiro e causará problemas regravar as canções fielmente, e eu questionaria qual seria o resultado esperado. Se ela fizer isso e sair ilesa, é claro, apoio 100% seu esforço.”

Allen Kovac, fundador da Better Noise Music

Allen Kovac tem uma perspectiva singular sobre o assunto das gravações mestres. Ele, entre outros, é o empresário da Mötley Crüe, que adquiriu seus mestres de volta da gravadora Elektra, em uma jogada sem precedentes no final dos anos noventa. Kovac também é empresário da Blondie – que lançou 11 regravações de seus maiores sucessos em 2014, incluídas como bônus no álbum de estúdio ‘Ghosts of Download’.

Embora Kovac se recuse a discutir sobre Blondie, ele tem uma visão estridente da situação atual de Swift: “[Swift] já tomou a decisão de seguir em frente [da Big Machine]. No minuto em que ela fez isso, ela perdeu seu poder…. Algo quebrou. Ela não recebeu o tipo de conselho que permitiria que todos saíssem ganhando.

Kovac diz que, no caso da Mötley Crüe, ele negociou com a então chefe da Elektra, Sylvia Rhone, estabelecendo um acordo não muito diferente da oferta que a Big Machine aparentemente fez à Swift. “Quando Sylvia Rhone decidiu não acreditar na banda, eu disse: ‘Bom, em vez de pagar a eles um adiantamento de oito dígitos [para gravações futuras], você fica com esse dinheiro – vamos levar US $ 2 milhões [ao invés], e vamos levar todos os mestres’”, diz Kovac. “Isso é um acordo; isso é uma transação.”

“Qual é a transação de Taylor Swift? Ela está dizendo: ‘Vou lhe dar mais seis álbuns, vamos dividir?’ Ou ela só queria seus mestres de volta porque ela é Taylor Swift? Por que alguém que investiu nela na adolescência precisa apenas dar a ela? Até os Beatles não são donos de seus mestres. ”

No que diz respeito às regravações, Kovac não está convencido. Ele estima que “a regravação faz uma média de 10% a 20% do que a música original faz” em termos de receita. Sua gravadora já teve uma JV com uma agência de publicidade, diz ele, onde aprendeu que sempre que uma regravação era feita para economizar dinheiro, “era recusada pela empresa que queria utilizá-la ou pelo departamento de criação.”

Ele acrescenta: “Quando você regrava, você captura a mesma atmosfera? Você tem a mesma banda? O mesmo estúdio? O que você está tentando fazer – dizer aos seus fãs, “Não escutem as músicas que vocês já amam’? Não conheço fãs assim… Se você pudesse me mostrar [um artista para quem] deu certo, diria que é uma ótima ideia e que todos deveriam fazer; mas não vi nenhuma evidência disso.”

Justin Kalifowitz, fundador e CEO da Downtown Music Holdings

A Downtown Music Holdings é proprietária da plataforma de distribuição digital CD Baby, além de uma das maiores editoras independentes de música do mundo, representando compositores vencedores do Grammy, incluindo Jason Isbell, Ryan Tedder (Adele, Beyoncé) e Jimmy Napes (Sam Smith, Stormzy).

Os editores de música estão no negócio de músicas, em vez de gravações; em geral, quanto mais gravações um artista deseja fazer, melhor para o mundo da publicação musical.

Discutindo a situação de Swift em relação à história das regravações, Kalifowitz diz: “Considere o fato de que uma única gravação mestre é apenas uma interpretação possível de um copyright de uma música, aberta para reinvenção infinita.

“Artistas regravando músicas para diferentes gravadoras é uma prática feita há décadas. Veja Frank Sinatra, que gravou diferentes arranjos de “I Concentrate On You” de Cole Porter para Columbia em 1947, Capitol em 1960 e, finalmente, para a gravadora que ele fundou, Reprise, em 1967.

“De fato, foi a versão Reprise exibida na inovadora colaboração da bossa nova Francis Albert Sinatra e Antonio Carlos Jobim, que teve, sem dúvidas, o maior impacto: o álbum foi indicado ao Grammy.”

Quando perguntado se ele acredita que Swift pode ter sucesso em regravar seus hits clássicos, Kalifowitz responde: “Claro. E considerando a força das composições de Taylor, as opções são infinitas.

“Desde que ela respeite os termos de seus contratos de gravação, como ou se ela optar por revisitar as músicas de seu catálogo, é uma decisão totalmente dela.”

Matéria publicada pela Rolling Stone e Tradução feita pelo site: Taylor Swift Brasil.

Na entrevista para a Vogue britânica , Taylor conversou com Edward Enninful. Confira a entrevista, que foi traduzida:

Sobre a animação para seus 30 anos:

“Eu estou realmente animada para isso.  Eu escutei coisas boas sobre os 30, sentir-se um pouco mais segura (…) meus 20 anos foram realmente animados, mas eu meio que igualo a andar em uma loja de fantasias e experimentar todas as fantasias diferentes e então sair da loja usando minhas roupas normais e estar tipo ‘eu estou feliz com quem eu sou’.

Agora eu posso escolher quando eu vou trabalhar, posso escolher as coisas com que eu quero trabalhar, eu não tomo isso como um grande esforço porque houve vezes em que eu fiz centenas de shows em um ano e eu tinha 17 anos, eu ficaria exausta e cansada, agora eu trabalho a quantidade que eu sei que sou capaz de lidar, o que eu sei que é um luxo”.

Sobre sua nova fase:

“Uma coisa que está vindo para os meus 30 anos que eu estou realmente feliz é que agora eu consigo realmente reconhecer e diagnosticar mensagens tóxicas enviadas para mim da sociedade, da cultura sobre meu corpo. Eu sou uma mulher, não sou um cabide, eu preciso me sentir saudável em minha vida, preciso me deliciar com comida e eu não preciso usar meu corpo como um exercício de controle quando eu perco o controle da minha vida”.

Sobre o trecho “ladies and gentlemen, will you please stand? with every guitar string scar on my hand I take this magnetic force of a man to be my lover”, seu favorito:

“Eu estava pensando em como escrevi todas essas músicas no violão e como toquei violão até meus dedos sangrarem. Escrevi músicas sobre decepções e corações partidos e lutas, e a ideia de que você poderia pegar todas as coisas ruins que aconteceram com você e usar isso como apreciação de coisas boas que acontecem com você me conforta”.

Conselho para mulheres que entrarão na indústria da música:

“Eu diria que é importante saber que você vai ser prejudicada se fizer e prejudicada se não fizer. Há uma conotação negativa ou uma acusação ridícula ou um estereótipo de ser uma garota que está fazendo tudo ou não está fazendo nada. Então foque na sua ideia de certo e errado, sua ideia do que quer ser, sua ideia do que é legal”.


Tradução feita pelo site: Taylor Swift Brasil.

E 2020 nem começou e Taylor já pode comemorar, a cantora foi indicada a três categorias do Grammy 2020.

Song of the Year: Lover

Best Pop Vocal Album: Lover

Best Pop Solo Performance: You Need to Calm Down

Porém algo que chamou atenção foi a não indicação na categoria
Album of The Year. Lover ficou de fora, sendo que este álbum é um dos mais vendidos e aclamados do ano.

É enlouquecedor pensar o que será necessário para que Taylor e os Grammys tenham uma grande reconciliação”, disse a revista Variety. “A falta de uma indicação em Álbum do Ano é mais sentida porque, como o álbum que mais vendeu cópias no ano, ‘Lover’ tem um certo pedigree. Foi bem chocante que ele não tenha recebido uma indicação”, afirma a Los Angeles Times.

A premiação acontece dia 26 de janeiro.

Taylor Swift vai se tornar a primeira mulher da história a receber o prêmio de ‘Mulher da Década’ pela Billboard.

Swift será homenageada no evento Women in Music de 2019 em 12 de dezembro no Hollywood Palladium em Los Angeles.

A Billboard dará a honra à estrela de Lover, que é considerada “uma das artistas musicais mais talentosas de todos os tempos ao longo dos anos 2010”. Swift alcançou inúmeras conquistas profissionais, incluindo cinco álbuns número 1 nesta década, cinco singles número 1 na parada Billboard Hot 100, três turnês mundiais por estádios e dois prêmios Billboard Woman of the Year. A cantora e compositora também está sendo homenageada por seu compromisso com a proteção de direitos de criação, educação musical, programas de alfabetização, pesquisa de câncer, ajuda em desastres e a iniciativa Time’s Up.

A 14º edição do  evento anual também homenageará várias outras artistas femininas de alto nível, como Alanis Morissette, Brandi Carlile, Nicki Minaj e a CEO da Roc Nation, Desiree Perez, com outras a serem anunciadas em breve.

Morissette é a ganhadora do ‘Prêmio Ícone’ de 2019 por sua contribuição contínua à indústria da música ao longo de uma carreira de décadas, com 21 milhões de álbuns vendidos até o momento. Minaj levará para casa o prêmio de ‘Inovadora’ depois de se tornar a primeira mulher a conquistar 100 aparições no chart Hot 100 da Billboard. Após um ano de aparições em festivais de alto nível e várias vitórias no Grammy, além de sua defesa de longa data por esforços humanitários e visibilidade LGBTQ, Carlile receberá o prêmio de ‘Pioneira’. Por liderar a Roc Nation em um bem-sucedido 2019 com realizações no mundo da música, esportes, tecnologia e jogos, Perez é a ‘Executiva do Ano’ da Billboard.

A homenageada do ‘Estrela em Ascensão’ do ano passado, Hayley Kiyoko, apresentará o evento patrocinado pelo YouTube Music, destacando as artistas e executivas mais poderosas do setor; outros patrocinadores incluem American Express, Bumble Bizz, FIJI Water, Honda, JNSQ Wines, Live Nation / Women Nation e PATRÓN Tequila.

Matéria da Billboard.
e Tradução feita pelo site: Taylor Swift Brasil.




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