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11dez19
MARCADO EM: destaqueNotícias

O primeiro grande projeto de Taylor Swift para 2020? Lover Fest, sua turnê estilo festival auto-produzida, marcada para começar em junho (Messina Touring promoverá). Quatorze datas foram anunciadas, e a lineup dos artistas ainda está em andamento. “Eu não participo de festivais há anos – desde que eu era adolescente”, diz Swift. “Isso é algo que os fãs não esperam de mim, e é por isso que queria fazer.”

O Lover Fest é uma nova reviravolta na estratégia de turnês de Swift. Enquanto a reputation stadium tour de 2018 foi a turnê norte-americana com maior bilheteria de todos os tempos – $266 milhões em 38 shows nos Estados Unidos, de acordo com a Billboard Boxscore – Swift anunciou apenas 4 datas da Lover Fest nos Estados Unidos. Mas se ela está deixando milhões em potencial na mesa, ela também mantém o interesse dos fãs alto, desviando-se de uma fórmula.

“Pessoas querem novas experiências – para se conectar aos seus artistas favoritos de novas maneiras,” diz Dan Berkowitz, fundador e CEO da CID Entertainment, cuja empresa coproduzirá o evento ‘Crash My Playa’ de Luke Bryan no México em janeiro. “Qualquer artista tocando nos mesmos 40 lugares em toda turnê, se tornará chato para os fãs, mesmo que o show mude.”

O Lover Fest é o mais recente, de um número crescente de festivais, com curadoria de artistas, que vão do ‘Posty Fest’ de Post Malone até ‘Astroworld’ de Travis Scott e ‘Camp Flog Gnaw’ de Tyler, the Creator. “Os fãs estão dispostos a viajar para comparecer em eventos que sejam uma extensão da personalidade e da música de um artista”, diz Berkowitz. Lover Fest se baseará neste modelo, tocando em locais maiores (como o SoFi Stadium com capacidade de 70.000 em Los Angeles e o Gillette Stadium com 65.000 de capacidade fora de Boston) e em mais lugares, em vez de existir como um evento único.

Mas Swift sempre priorizou toques pessoais, não importa o tamanho do show, os convidados surpresa, a cantar músicas antigas de surpresa para os fãs. Os atos de abertura, os visuais prontos para o Instagram e a atenção geral aos detalhes comuns a outros festivais organizados por artistas também presentes no Lover Fest. “Quero me desafiar com coisas novas e ao mesmo tempo dar aos meus fãs algo que eles possam se conectar,” diz Swift. Com a Lover Fest, parece que ela será capaz de fazer ambas coisas.

Matéria publicada pela Billboard

Tradução: Taylor Swift News Brasil

Post por: taylorswiftnbr
11dez19
MARCADO EM: destaqueNotícias

O primeiro grande projeto de Taylor Swift para 2020? Lover Fest, sua turnê estilo festival auto-produzida, marcada para começar em junho (Messina Touring promoverá). Quatorze datas foram anunciadas, e a lineup dos artistas ainda está em andamento. “Eu não participo de festivais há anos – desde que eu era adolescente”, diz Swift. “Isso é algo que os fãs não esperam de mim, e é por isso que queria fazer.”

O Lover Fest é uma nova reviravolta na estratégia de turnês de Swift. Enquanto a reputation stadium tour de 2018 foi a turnê norte-americana com maior bilheteria de todos os tempos – $266 milhões em 38 shows nos Estados Unidos, de acordo com a Billboard Boxscore – Swift anunciou apenas 4 datas da Lover Fest nos Estados Unidos. Mas se ela está deixando milhões em potencial na mesa, ela também mantém o interesse dos fãs alto, desviando-se de uma fórmula.

“Pessoas querem novas experiências – para se conectar aos seus artistas favoritos de novas maneiras,” diz Dan Berkowitz, fundador e CEO da CID Entertainment, cuja empresa coproduzirá o evento ‘Crash My Playa’ de Luke Bryan no México em janeiro. “Qualquer artista tocando nos mesmos 40 lugares em toda turnê, se tornará chato para os fãs, mesmo que o show mude.”

O Lover Fest é o mais recente, de um número crescente de festivais, com curadoria de artistas, que vão do ‘Posty Fest’ de Post Malone até ‘Astroworld’ de Travis Scott e ‘Camp Flog Gnaw’ de Tyler, the Creator. “Os fãs estão dispostos a viajar para comparecer em eventos que sejam uma extensão da personalidade e da música de um artista”, diz Berkowitz. Lover Fest se baseará neste modelo, tocando em locais maiores (como o SoFi Stadium com capacidade de 70.000 em Los Angeles e o Gillette Stadium com 65.000 de capacidade fora de Boston) e em mais lugares, em vez de existir como um evento único.

Mas Swift sempre priorizou toques pessoais, não importa o tamanho do show, os convidados surpresa, a cantar músicas antigas de surpresa para os fãs. Os atos de abertura, os visuais prontos para o Instagram e a atenção geral aos detalhes comuns a outros festivais organizados por artistas também presentes no Lover Fest. “Quero me desafiar com coisas novas e ao mesmo tempo dar aos meus fãs algo que eles possam se conectar,” diz Swift. Com a Lover Fest, parece que ela será capaz de fazer ambas coisas.

Matéria publicada pela Billboard

Tradução: Taylor Swift News Brasil

Post por: taylorswiftnbr
11dez19
MARCADO EM: destaqueNotícias
Taylor Swift planeja regravar seus hits. Saiba oque ela deve enfrentar.

Neste momento, no próximo ano, Taylor Swift pode soar um pouco diferente.

Se você está acompanhando o vai e vem entre Swift e os agora proprietários de seus seis primeiros álbuns (para quem voltaremos), você saberá duas coisas com certeza: ela não está feliz por não possuir os direitos registrados (masters) desses álbuns; e em novembro de 2020, ela terá permissão contratual de regravar seus maiores sucessos – algo que ela parece determinada a fazer.

Por uma questão de clareza, vale a pena recapitular rapidamente essa situação, focando no contexto da indústria que, sem dúvida, é deixado de fora da narrativa:

Essa narrativa ajuda a entender as possíveis motivações (e agravações) lideradas pelos negócios de cada parte. A regravação rápida de seus hits criaria claramente outro ponto de discussão – mas parece provável que isso aconteça.

Em agosto, Swift indicou à CBS News que ela pretende regravar alguns, se não todos, seus LPs da Big Machine. “É algo que estou realmente empolgada em fazer, porque meu contrato diz que a partir de novembro de 2020 eu posso gravar álbuns de um a cinco novamente”, disse ela. Em um tweet de 14 de novembro, Swift reafirmou seu plano. Ela alegou que regravar seus sucessos no próximo ano era algo que “tenho permissão legal para fazer e estou ansiosa por isso”.

Aqui, três pessoas que trabalham no ramo da música e tem experiência pessoal como artistas que regravaram músicas dão sua opinião – e oferecem conselhos diretos a Swift.

Glenn Tilbrook, vocalista e co-compositor, Squeeze

Depois de ser formado no final dos anos 70, o grupo britânico Squeeze gravou uma série de hits, incluindo “Cool for Cats” e “Up the Junction”, alcançaram a segunda posição no Reino Unido em 1979. O maior sucesso do Squeeze nos charts dos EUA veio com o ‘Hourglass’ (1987), que chegou ao número 15 na Billboard Hot 100. Os oito primeiros álbuns da banda foram todos assinados com a A&M e, como resultado, pertencem ao Universal Music Group hoje.

Em 2010, Squeeze regravou uma série de sucessos no álbum ‘Spot the Difference’. O plano, segundo Glenn Tilbrook, foi motivado financeiramente. Geralmente, quando as músicas do Squeeze são “sincronizadas” com filmes, programas de TV ou anúncios, ele diz, o agente da publicidade paga a remuneração à Universal, que paga uma parte desse dinheiro ao Squeeze com base no histórico do contrato.

“Foi um pontapé econômico”, diz Tilbrook. “Nosso argumento era que [as empresas de mídia com intenção de sincronizar os hits do Squeeze] poderiam nos pagar metade do que pagavam à Universal – elas seriam mais baratas, mas nós receberíamos o dinheiro. Todo mundo ganha.

Ele acrescenta: “Sabíamos que não conseguiríamos as músicas mestre da Universal. Pensamos, então, que poderíamos criar reproduções fiéis de algumas das nossas músicas mais populares e oferecê-las como alternativa.

No entanto, Tilbrook disse: “10 anos depois, elas não tiveram nenhum reconhecimento.” Também pode-se observar que, ao procurar por Squeeze em serviços como o Spotify, as músicas regravadas não estão destacadas – você só as encontra se cavar a discografia da banda. Tilbrook acredita que a falta de sincronização e streaming de Spot the Difference seja devido ao poder de uma grande gravadora como a Universal, para garantir que suas próprias gravações sejam priorizadas?

“Absolutamente”, ele responde. “Eles, sem dúvidas, têm poder e claro que eles o usam de todas as maneiras possíveis para manter sua posição no mercado – é disso que se tratam os negócios”.

Ele acrescenta: “Meu conselho para Taylor Swift é: É necessário muito tempo, dinheiro e causará problemas regravar as canções fielmente, e eu questionaria qual seria o resultado esperado. Se ela fizer isso e sair ilesa, é claro, apoio 100% seu esforço.”

Allen Kovac, fundador da Better Noise Music

Allen Kovac tem uma perspectiva singular sobre o assunto das gravações mestres. Ele, entre outros, é o empresário da Mötley Crüe, que adquiriu seus mestres de volta da gravadora Elektra, em uma jogada sem precedentes no final dos anos noventa. Kovac também é empresário da Blondie – que lançou 11 regravações de seus maiores sucessos em 2014, incluídas como bônus no álbum de estúdio ‘Ghosts of Download’.

Embora Kovac se recuse a discutir sobre Blondie, ele tem uma visão estridente da situação atual de Swift: “[Swift] já tomou a decisão de seguir em frente [da Big Machine]. No minuto em que ela fez isso, ela perdeu seu poder…. Algo quebrou. Ela não recebeu o tipo de conselho que permitiria que todos saíssem ganhando.

Kovac diz que, no caso da Mötley Crüe, ele negociou com a então chefe da Elektra, Sylvia Rhone, estabelecendo um acordo não muito diferente da oferta que a Big Machine aparentemente fez à Swift. “Quando Sylvia Rhone decidiu não acreditar na banda, eu disse: ‘Bom, em vez de pagar a eles um adiantamento de oito dígitos [para gravações futuras], você fica com esse dinheiro – vamos levar US $ 2 milhões [ao invés], e vamos levar todos os mestres’”, diz Kovac. “Isso é um acordo; isso é uma transação.”

“Qual é a transação de Taylor Swift? Ela está dizendo: ‘Vou lhe dar mais seis álbuns, vamos dividir?’ Ou ela só queria seus mestres de volta porque ela é Taylor Swift? Por que alguém que investiu nela na adolescência precisa apenas dar a ela? Até os Beatles não são donos de seus mestres. ”

No que diz respeito às regravações, Kovac não está convencido. Ele estima que “a regravação faz uma média de 10% a 20% do que a música original faz” em termos de receita. Sua gravadora já teve uma JV com uma agência de publicidade, diz ele, onde aprendeu que sempre que uma regravação era feita para economizar dinheiro, “era recusada pela empresa que queria utilizá-la ou pelo departamento de criação.”

Ele acrescenta: “Quando você regrava, você captura a mesma atmosfera? Você tem a mesma banda? O mesmo estúdio? O que você está tentando fazer – dizer aos seus fãs, “Não escutem as músicas que vocês já amam’? Não conheço fãs assim… Se você pudesse me mostrar [um artista para quem] deu certo, diria que é uma ótima ideia e que todos deveriam fazer; mas não vi nenhuma evidência disso.”

Justin Kalifowitz, fundador e CEO da Downtown Music Holdings

A Downtown Music Holdings é proprietária da plataforma de distribuição digital CD Baby, além de uma das maiores editoras independentes de música do mundo, representando compositores vencedores do Grammy, incluindo Jason Isbell, Ryan Tedder (Adele, Beyoncé) e Jimmy Napes (Sam Smith, Stormzy).

Os editores de música estão no negócio de músicas, em vez de gravações; em geral, quanto mais gravações um artista deseja fazer, melhor para o mundo da publicação musical.

Discutindo a situação de Swift em relação à história das regravações, Kalifowitz diz: “Considere o fato de que uma única gravação mestre é apenas uma interpretação possível de um copyright de uma música, aberta para reinvenção infinita.

“Artistas regravando músicas para diferentes gravadoras é uma prática feita há décadas. Veja Frank Sinatra, que gravou diferentes arranjos de “I Concentrate On You” de Cole Porter para Columbia em 1947, Capitol em 1960 e, finalmente, para a gravadora que ele fundou, Reprise, em 1967.

“De fato, foi a versão Reprise exibida na inovadora colaboração da bossa nova Francis Albert Sinatra e Antonio Carlos Jobim, que teve, sem dúvidas, o maior impacto: o álbum foi indicado ao Grammy.”

Quando perguntado se ele acredita que Swift pode ter sucesso em regravar seus hits clássicos, Kalifowitz responde: “Claro. E considerando a força das composições de Taylor, as opções são infinitas.

“Desde que ela respeite os termos de seus contratos de gravação, como ou se ela optar por revisitar as músicas de seu catálogo, é uma decisão totalmente dela.”

Matéria publicada pela Rolling Stone e Tradução feita pelo site: Taylor Swift Brasil.

Post por: taylorswiftnbr
08dez19
MARCADO EM: destaqueNotícias
Em entrevista para Vogue britânica, a Taylor Swift fala sobre seus 30 anos.

Na entrevista para a Vogue britânica , Taylor conversou com Edward Enninful. Confira a entrevista, que foi traduzida:

Sobre a animação para seus 30 anos:

“Eu estou realmente animada para isso.  Eu escutei coisas boas sobre os 30, sentir-se um pouco mais segura (…) meus 20 anos foram realmente animados, mas eu meio que igualo a andar em uma loja de fantasias e experimentar todas as fantasias diferentes e então sair da loja usando minhas roupas normais e estar tipo ‘eu estou feliz com quem eu sou’.

Agora eu posso escolher quando eu vou trabalhar, posso escolher as coisas com que eu quero trabalhar, eu não tomo isso como um grande esforço porque houve vezes em que eu fiz centenas de shows em um ano e eu tinha 17 anos, eu ficaria exausta e cansada, agora eu trabalho a quantidade que eu sei que sou capaz de lidar, o que eu sei que é um luxo”.

Sobre sua nova fase:

“Uma coisa que está vindo para os meus 30 anos que eu estou realmente feliz é que agora eu consigo realmente reconhecer e diagnosticar mensagens tóxicas enviadas para mim da sociedade, da cultura sobre meu corpo. Eu sou uma mulher, não sou um cabide, eu preciso me sentir saudável em minha vida, preciso me deliciar com comida e eu não preciso usar meu corpo como um exercício de controle quando eu perco o controle da minha vida”.

Sobre o trecho “ladies and gentlemen, will you please stand? with every guitar string scar on my hand I take this magnetic force of a man to be my lover”, seu favorito:

“Eu estava pensando em como escrevi todas essas músicas no violão e como toquei violão até meus dedos sangrarem. Escrevi músicas sobre decepções e corações partidos e lutas, e a ideia de que você poderia pegar todas as coisas ruins que aconteceram com você e usar isso como apreciação de coisas boas que acontecem com você me conforta”.

Conselho para mulheres que entrarão na indústria da música:

“Eu diria que é importante saber que você vai ser prejudicada se fizer e prejudicada se não fizer. Há uma conotação negativa ou uma acusação ridícula ou um estereótipo de ser uma garota que está fazendo tudo ou não está fazendo nada. Então foque na sua ideia de certo e errado, sua ideia do que quer ser, sua ideia do que é legal”.


Tradução feita pelo site: Taylor Swift Brasil.

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20nov19
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Taylor recebe 3 indicações ao Grammy 2020!

E 2020 nem começou e Taylor já pode comemorar, a cantora foi indicada a três categorias do Grammy 2020.

Song of the Year: Lover

Best Pop Vocal Album: Lover

Best Pop Solo Performance: You Need to Calm Down

Porém algo que chamou atenção foi a não indicação na categoria
Album of The Year. Lover ficou de fora, sendo que este álbum é um dos mais vendidos e aclamados do ano.

É enlouquecedor pensar o que será necessário para que Taylor e os Grammys tenham uma grande reconciliação”, disse a revista Variety. “A falta de uma indicação em Álbum do Ano é mais sentida porque, como o álbum que mais vendeu cópias no ano, ‘Lover’ tem um certo pedigree. Foi bem chocante que ele não tenha recebido uma indicação”, afirma a Los Angeles Times.

A premiação acontece dia 26 de janeiro.

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18nov19
MARCADO EM: destaqueNotícias
Taylor Swift vai receber o primeiro prêmio de ‘Mulher da Década’ no Women in Music da Billboard

Taylor Swift vai se tornar a primeira mulher da história a receber o prêmio de ‘Mulher da Década’ pela Billboard.

Swift será homenageada no evento Women in Music de 2019 em 12 de dezembro no Hollywood Palladium em Los Angeles.

A Billboard dará a honra à estrela de Lover, que é considerada “uma das artistas musicais mais talentosas de todos os tempos ao longo dos anos 2010”. Swift alcançou inúmeras conquistas profissionais, incluindo cinco álbuns número 1 nesta década, cinco singles número 1 na parada Billboard Hot 100, três turnês mundiais por estádios e dois prêmios Billboard Woman of the Year. A cantora e compositora também está sendo homenageada por seu compromisso com a proteção de direitos de criação, educação musical, programas de alfabetização, pesquisa de câncer, ajuda em desastres e a iniciativa Time’s Up.

A 14º edição do  evento anual também homenageará várias outras artistas femininas de alto nível, como Alanis Morissette, Brandi Carlile, Nicki Minaj e a CEO da Roc Nation, Desiree Perez, com outras a serem anunciadas em breve.

Morissette é a ganhadora do ‘Prêmio Ícone’ de 2019 por sua contribuição contínua à indústria da música ao longo de uma carreira de décadas, com 21 milhões de álbuns vendidos até o momento. Minaj levará para casa o prêmio de ‘Inovadora’ depois de se tornar a primeira mulher a conquistar 100 aparições no chart Hot 100 da Billboard. Após um ano de aparições em festivais de alto nível e várias vitórias no Grammy, além de sua defesa de longa data por esforços humanitários e visibilidade LGBTQ, Carlile receberá o prêmio de ‘Pioneira’. Por liderar a Roc Nation em um bem-sucedido 2019 com realizações no mundo da música, esportes, tecnologia e jogos, Perez é a ‘Executiva do Ano’ da Billboard.

A homenageada do ‘Estrela em Ascensão’ do ano passado, Hayley Kiyoko, apresentará o evento patrocinado pelo YouTube Music, destacando as artistas e executivas mais poderosas do setor; outros patrocinadores incluem American Express, Bumble Bizz, FIJI Water, Honda, JNSQ Wines, Live Nation / Women Nation e PATRÓN Tequila.

Matéria da Billboard.
e Tradução feita pelo site: Taylor Swift Brasil.

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18nov19
MARCADO EM: destaqueNotícias
Taylor Swift no AMAs.

Após uma discussão pública a respeito de permissão para cantar seu material antigo, que tem os direitos de gravação exclusivos da Big Machine Records, a empresa, em conjunto com a Dick Clark Productions, responsável pelo AMAs, anunciou que chegaram a um acordo.

Uma declaração fornecida a Variety diz:

“The Big Machine Label Group e Dick Clark Productions anunciam que entraram em um acordo de licenciamento que aprova a performance dos artistas a serem exibidos após a premiação e reexibição do material em plataformas autorizadas por ambas as partes. Isso inclui as apresentações no American Music Awards. Deve ser destacado que artistas não precisam de aprovação da gravadora para performances ao vivo na TV ou nenhuma outra forma de mídia. A aprovação da gravadora é necessária apenas quando o áudio e vídeo dos artistas sob contrato é gravado, para determinar em que meios são distribuídos.”

O AMAs acontecerá no dia 24 (domingo) e Taylor será homenageada na cerimônia. Estaremos neste dia fazendo a cobertura, em todas as nossas plataformas digitais.

Matéria publicada pela Variety e tradução o nosso Taylor Swift News Brasil.

Post por: taylorswiftnbr
16nov19
MARCADO EM: destaqueNotícias
Variety analisa declaração da Big Machine

Na batalha de mídia que vem acontecendo nas últimas 15 horas, Taylor Swift negou a alegação da Big Machine Records de que a empresa “não tentou impedi-la de usar material de seus primeiros álbuns”, (que agora são propriedade da gravadora) nos próximos especiais de televisão.


Swift havia feito essas acusações contra a empresa na noite de quinta-feira, afirmando que estava sendo proibida de utilizar suas músicas da era Big Machine nos próximos American Music Awards e em um documentário da Netflix. A Big Machine negou essas alegações em um sentido geral, mas não específico, em um comunicado divulgado nessa sexta-feira.
A Big Machine também alegou que Swift deve a empresa “milhões de dólares e múltiplos ativos”, o que a cantora negou afirmando que na verdade é a Big Machine lhe devia quase 8 milhões em royalties não pagos. Na declaração mais recente, um representante de Swift escreveu: “A verdade é que, em 28 de outubro de 2019 às 17h17, o vice-presidente de gerenciamento de direitos e negócios da Big Machine Label Group enviou a equipe de Taylor Swift o seguinte aviso: ‘Esteja ciente de que o BMLG não concordará em emitir licenças para gravações existentes ou renúncias às restrições de regravação relacionadas a esses dois projetos: O documentário da Netflix e o Double Eleven’ (um evento na China em que Swift se apresentou na semana passada)”.
“Para evitar uma discussão sobre direitos, Taylor apresentou três músicas de seu novo álbum ‘Lover’ no evento Double Eleven, pois ficou claro que o Big Machine Label Group sentiu que qualquer apresentação televisionada de músicas do catálogo violava seu acordo. Além disso, ontem, Scott Borchetta, CEO e fundador do Big Machine Label Group, negou categoricamente o pedido do American Music Awards e da Netflix. Observe que, na declaração da Big Machine, eles nunca negam a afirmação de Taylor na noite passada em seu comunicado. Por fim, a Big Machine está tentando desviar a atenção e ganhar dinheiro com isso dizendo que Taylor deve a eles, mas um auditor profissional independente determinou que a Big Machine deve a Taylor 7,9 milhões em royalties não pagos ao longo de vários anos.”
A Variety viu um documento que parece confirmar as alegações de Taylor sobre a Big Machine negar o uso de suas músicas, embora sua autenticidade não possa ser verificada imediatamente de forma independente.
Swift diz em suas postagens que a equipe da Big Machine disse a ela que só seria permitido o uso de suas músicas antigas se ela concordasse em não grava-las novamente no futuro e se concordasse em não falar negativamente da empresa.
Normalmente a execução de material mais antigo ao vivo que agora está nas mãos de outra gravadora não deveria exigir permissão, porém Swift afirma que Borchetta e Braun estão dizendo que a apresentação de qualquer uma de suas músicas antigas nos AMAs entra em, com suas palavras, “regrava-las antes que eu possa no ano que vem”.
Ela também disse que Scott e Scooter recusaram o uso de suas músicas mais antigas ou cenas de performances ao vivo para o documentário da Netflix. Seu contrato com a Big Machine afirma que ela não poderá regravar material de seu período com a gravadora até Novembro do próximo ano.
Analisando a declaração da Big Machine, essas alegações específicas de Taylor não são completamente negadas. Eles dizem que “em nenhum momento dissemos que Taylor não poderia cantar no AMA ou em seu especial da Netflix”, mas não pediu permissão para usar músicas da era Big Machine em aqueles shows. Eles também dizem que “continuaram a atender a todos os pedidos dela para licenciar seu catálogo para terceiros”, mas não abordam os dois usos propostos em questão. (O representante de Braun e da Big Machine não respondeu ao pedido da Variety para mais esclarecimentos.)
Em seguida, passam a falar sobre a relação conturbada entre Swift e a gravadora, que surgiu na época em que a Braun comprou a empresa por 300 milhões, em 30 de junho deste ano.
Naquele dia, Swift postou um desabafo nas redes sociais no qual disse que estava “triste e enojada” pelo acordo, que inclui os direitos de todo o seu catálogo até a “Reputation” de 2017. Ela chamou o acordo de “meu pior cenário”, disse que sempre desconfiou dele e o acusou de fazer bullying com ela, referenciando um post no Instagram em que Bieber, Braun e Kanye West – com quem Swift estava brigando amargamente e publicamente na época – estavam juntos em uma foto com a legenda “Taylor Swift what up”. Bieber se desculpou pelo post após isso.
“Durante anos implorei por uma chance de possuir meu trabalho”, ela começa o desabafo, “em vez disso, tive que renovar sempre meu contrato com a Big Machine Records e ‘ganhar’ um álbum de cada vez, um para cada novo que eu entreguei. Fui embora porque sabia que depois que assinasse o contrato, Scott Borchetta venderia o rótulo, vendendo assim a mim e ao meu futuro. Eu tive que fazer a escolha excruciante de deixar para trás o meu passado.”
Swift alega ter sido pega de surpresa pelo acordo, o que parece questionável, já que seu pai era acionista da Big Machine e os rumores no setor eram quase inevitáveis ​​nas semanas anteriores ao ocorrido, mas é possível que a família tenha fechado os olhos deliberadamente.
A cantora disse que vai regravar e lançar seu material anterior quando a cláusula do contrato tiver acabado no próximo ano – uma jogada de Taylor para desvalorizar seu catálogo inicial, que agora é propriedade da empresa de Braun – embora isso aconteça ou não (há a possibilidade de uma regravação realmente estimular as vendas dos originais). Só podemos esperar para saber.
Matéria publicada pela Variety e traduzida na íntegra pelo site (TSBR)

Post por: taylorswiftnbr
15nov19
MARCADO EM: destaqueNotícias
Taylor Swift está livre para cantar no AMAs – BM não pode parar ela

Taylor Swift está reclamando que foi impedida de cantar seus primeiros sucessos durante os AMAs por causa de sua antiga gravadora, Big Machine, mas a gravadora nos diz que ela está completamente errada. Taylor pode cantar todo o seu catálogo, se quiser. Um executivo da Big Machine disse ao TMZ: “Taylor Swift pode cantar 100% todo o seu catálogo, passado e presente, no AMAs”. O funcionário acrescenta que a BM não tem problema nenhum com sua apresentação na transmissão ao vivo, porque reconhece que não tem o direito de bloquea-la. O funcionário diz: “Nossa confusão com a declaração dela é que não temos o direito legal de impedir isso e nunca tentamos. Ela e sua equipe sabem disso”. Fato é… A Big Machine está correta. As gravadoras não podem impedir os artistas de tocarem suas músicas – deles ou de outras pessoas – ao vivo, e como o AMAs será transmitido ao vivo… participe, Taylor. Aliás… é interessante. Taylor apresentou “Shake it Off” – uma música de seu catálogo da Big Machine – ao vivo no “Good Morning America” ​​em 22 de agosto.


O executivo da Big Machine também diz: “Estamos empolgados por todos os fãs dela, pois toda a confusão já foi esclarecida e agora damos as boas-vindas a Taylor por poder cantar todos os seus hits nos AMAs”.
Matéria publicada pelo site TMZ e traduzida na íntegra pelo nosso Taylor Swift News Brasil.

Post por: taylorswiftnbr
15nov19
MARCADO EM: destaqueNotícias
O tempo de deixar homens ganharem crédito pela sua arte acabou

Se você entrou na Internet hoje, certamente sabe que outro capítulo está se desenrolando na saga Taylor Swift vs Scott Borchetta / Scooter Braun. Detalhadamente, Taylor esgotou todas as vias de negociação com eles em particular e revelou ao mundo que eles estavam tentando impedi-la de tocar uma mistura de músicas que ela escreveu durante o American Music Awards na próxima semana.

Caso você não saiba da história toda, Taylor assinou um contrato com a Big Machine Records aos 14 anos. O contrato dizia que tudo o que ela escreveria a partir de então pertencia a sua gravadora. Não importava que fosse ela apenas quem escreveu essas músicas, que fossem palavras sobre seus rompimentos, amizades e melhores / piores momentos da vida durante a década mais significativa de sua vida. Elas pertenciam a um grupo de homens em um grande escritório de vidro.

Nós não somos todos como Taylor. De fato, basicamente, nenhum de nós é. Não temos milhões de fãs, ingressos esgotados em estádios e várias casas. Mas as mulheres em todo o mundo sabem como é assistir alguém – geralmente um homem – receber crédito por nosso trabalho. Com que frequência, quando isso acontece, você se pronuncia, em vez de simplesmente permitir que isso aconteça?

Taylor me ajudou quando eu chorava por garotos que não me notavam, reclamando de homens que haviam partido meu coração e lamentando amizades que acabavam em chamas. Como muitos músicos, se você quer chorar por garotos ou rompimentos, ela tem cobertura (te ajuda com suas canções). Mas ela também é a única a quem recorro em momentos de confusão sobre minha carreira.

Estudos mostram que homens tendo crédito e ganhando dinheiro com as conquistas das mulheres é comum. E, embora, é claro, a gravadora que assinou com Taylor antes de ser famosa tenha o direito de ganhar dinheiro com seu trabalho, eles realmente têm o direito de impedi-la de cantar as palavras que ela escreveu? De tocar músicas que não existiriam se não fosse por ela?

Sempre houve algo um pouco constrangedor nesses homens mais velhos, sentados em uma sala de reuniões, vendo os dólares rolarem dos corações partidos, dos primeiros amores, das provações e das angústias de uma adolescente. Mas para eles continuarem a ganhar dinheiro com suas experiências de vida enquanto estão a proibindo de canta-las? Isso está além do sombrio.

Embora a apresentação de seus sentimentos possa ser mais polida em 2019 do que em 2009, ela ainda está fazendo a mesma coisa: dizendo a verdade sobre como se sente.

Mulheres de todo o mundo são incentivadas a jogarem bem, ficarem caladas e serem doces. Açúcar, especiarias e todas essas coisas. Taylor Swift se recusa a jogar esse jogo. Tirando o fato de que se importar com dinheiro e defender seus direitos autorais não sejam marcas de uma estrela pop sexy, Taylor fez isso ao longo de sua carreira.

Quando Taylor tomou uma ação legal por seu trabalho ter sido usado sem sua permissão, ela foi chamada de pirralha. Quando ela se recusou a permitir que a Apple Music usasse seu trabalho sem pagar o valor de mercado, ela foi criticada por ser exigente. Toda vez que ela afirma publicamente que quer ser tratada com respeito, ela é instruída a calar a boca. E ela nunca faz. É por isso que ela é importante.

É claro que as mulheres que desobedecem não costumam se safar. Swift foi atingida várias vezes pela imprensa, nas redes sociais, por outras celebridades, por sua recusa em permanecer calada. Previsivelmente, há pessoas em toda a Internet comentando que a culpa foi dela por assinar o contrato (com 14 anos), que ela deveria calar a boca e superar isso, que estava fazendo barulho por nada. Mas é isso mesmo. Seja cantando sobre garotos que a traíram, escrevendo letras sobre amigos que a ferraram ou assumindo empresas multinacionais que não querem pagá-la, Taylor nunca esteve disposta a ficar de boca fechada – algo que todos nós poderíamos imitar em nossas próprias vidas. É por isso que sua recusa inflexível de ceder a Borchetta e Braun é tão importante.

Está matéria foi publicada pela Grazia Daily e traduzida na íntegra pelo nosso Taylor Swift News Brasil.


Post por: taylorswiftnbr
15nov19
MARCADO EM: destaqueEXCLUSIVONotícias
Documentário da Taylor Swift, que seria exibido na Netflix é suspenso.
Documentário é suspenso temporariamente.

A proibição de Scott Borchetta e Scooter Braun, em relação a Taylor cantar suas canções, não será restrito apenas na tv e sim em todos os projetos que ela pensar em fazer. Segundo informações obtidas com exclusividade, a cantora está proibida de regravar suas músicas, não pode fazer comerciais usando a trilha sonora de canções antigas inclusive o do último álbum o reputation, além disso foi revelado que nem mesmo os programas de tv estão autorizados a tocar as músicas dela, quando a mesma estiver presente.

Nossa fonte nos confidenciou, que os advogados da cantora estão tentando fazer o possível para reverter essa situação. Porém somente eles, os donos dos álbuns podem fazer alguma coisa. Estamos todos atentos e traremos a qualquer momento, mais informações sobre este assunto.

Fonte exclusiva: Taylor Swift News Brasil (Mantenha a fonte original)

Post por: taylorswiftnbr
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